Fazendo figa acalanto nostalgia
Rezo sempre ao santo dia
No abstrato da vida eu assusto
Macabro zureta o futuro
É hoje que tudo acontece
Além de tudo de todos
O hoje nunca padece
A meretriz dos sonhos no tempo
O credo na semente
Coagula meu pensamento
Reino na minha própria concepção
Invisível como entidade
Que assombra o coração
Pajé que não espera
E acende o próprio fogo
Profetizando que profeta
É quem faz o próprio jogo
Acendo minha própria lamparina
Sarará às minhas metas
Que iluminan minha vida
Canto e invento meu hino
Nessa aldeia nesse templo
Minha vida é meu sacrifício
Conto mábulas do misticismo
Maracutaia desse nosso coletivo.
Rezo sempre ao santo dia
No abstrato da vida eu assusto
Macabro zureta o futuro
É hoje que tudo acontece
Além de tudo de todos
O hoje nunca padece
A meretriz dos sonhos no tempo
O credo na semente
Coagula meu pensamento
Reino na minha própria concepção
Invisível como entidade
Que assombra o coração
Pajé que não espera
E acende o próprio fogo
Profetizando que profeta
É quem faz o próprio jogo
Acendo minha própria lamparina
Sarará às minhas metas
Que iluminan minha vida
Canto e invento meu hino
Nessa aldeia nesse templo
Minha vida é meu sacrifício
Conto mábulas do misticismo
Maracutaia desse nosso coletivo.
